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23 de julho de 2018

Destaque/ Minha mente

Amour-propre

 
 Amour-propre é um conceito na filosofia de Jean-Jacques Rousseau de que a estima depende da opinião dos outros. Rousseau a contrasta com amour de soi, que também significa “amor-próprio”, mas que não envolve ver a si mesmo como os outros o vêem. Wikipedia (inglês)
 

Vamos começar pela parte mais simples, pelo menos pra mim: você se ama quando olha no espelho? se acha bonita(o), ou se aceita como é? Não to falando de não ter queixas a respeito de sua aparência, creio que isso seja impossível, ao menos para a maioria das pessoas. Sei que você pode me dizer: Ah, Renata, não gosto do meu nariz, ou do cabelo, ou  que precisa perder alguns quilos e tal…ainda assim, na maior parte do tempo, você se sente bem consigo mesma(o)?!

Falei que essa seria a parte mais fácil porque a mais difícil é aceitar meu interior, meus defeitos, mazelas…afinal, todo mundo tem, né?! É…mas, como identificamos e grifamos essas “partes ruins”? Quem definiu que é ruim? Muito provavelmente foi um terceiro, a sociedade, não você mesma; pelo menos na maior parte dos casos. Há situações em que vimos que tal atitude, modo de agir, “deu ruim”…aí percebemos sozinhos que não era algo bom. Tipo quando magoamos alguém por sermos muito diretos no modo de falar, talvez você não pense muito, só sai da sua boca…aí depois pensa: cara, tenho que mudar isso!(vulgo Renata aqui).

Esses dias estava conversando com uma pessoa querida, falávamos sobre o forte temperamento e autenticidade acentuada da minha filha de 7 anos. Falei pra essa amiga, que ficava sempre com receio de dizer a ela que não pode agir assim ou assado, até onde devo pedir que ela mude…pois não quero que ela perca sua essência ou tente agir dentro de um padrão..ela não precisa ser “uma flor de pessoa”…. ela pode ser mais direta e incisiva, tudo bem ser assim, na minha opinião. Só preciso ter cuidado para que ela não se torne arrogante, grosseira, sem tato para os sentimentos do próximo. E essa amiga me deu uma boa deixa para esse termômetro: O limite é onde ela não se prejudica e nem ao próximo. Há uma medida, talvez “um meio termo”…não precisa ser um mar de paciência e leveza(porque seria  o certo, porque a sociedade diria que sim, por etiqueta), mas, também não precisa ser uma tempestade destruidora em suas atitudes. Pensei sobre o que ela me disse e sempre volto naquela palavrinha que vale pra tudo: equilíbrio! Nenhum extremo é bom!(e essa é a minha verdade, não precisa ser a sua). Tudo na vida precisa de equilíbrio, pausas e continuações, paz e guerras…só temos que ir aprendendo, no dia a dia, com os anos de vida, a dosar isso nos momentos necessários.

Aí essa semana vi um vídeo no canal da Julia Faria, uma conversa com a modelo Isabeli Fontana(coisa mais linda), falando sobre insegurança, auto estima, como superar, não deixar que isso pare você e tal. Tem depoimentos e comentários de muitaaaassss mulheres, uma mais linda e top que a outra. Aí vi que não estou sozinha… muitas, ou a maioria das mulheres se sentem inseguras, dificilmente se sentem bonitas ou aceitam o próprio corpo, defeitos, etc. Talvez porque a sociedade imponha isso(anúncios e campanhas da mídia num geral, que tem sempre umas mulheres “perfeitas”); aí vem um desses ícones de beleza, uma modelo que desfila para as maiores grifes do mundo, uma angel Victoria’s Secret, uma mulher como Isabeli Fontana diz que não se sente bonita(muitas vezes), já foi criticada, já sofreu bullying por conta de sua imagem…oi? como assim, humanidade?!

Parei para pensar: não tem jeito, temos que nos amar, nos aceitar, ir trabalhando isso em dentro de nós mesmas; porque a sociedade sempre criticará, sempre haverá quem não goste, assim como quem goste…não há regras, amores! O que me é lindo, para ti pode não ser! e vice-versa, pra todo lado.  Percebi que se nos aceitarmos(com todos os defeitos e qualidades), torna mais fácil que as pessoas a nossa volta nos aceite e nos ame assim mesmo. Eu mesma tenho um certo fascínio por  aquelas pessoas “nem aí” para as opiniões alheias…parecem tão seguros, tão fortes, até bonitos…acho que é bem isso, tem que partir de nós, e não precisa ficar preocupado(a) por não se sentir assim da noite para o dia, temos que ir trabalhando isso aos poucos. Segundo as meninas no vídeo, leva tempo e terapia pode ajudar também(cá entre nós: todo mundo deveria fazer terapia, mesmo quem é repleto de amor próprio e plenitude).

Vamos fazendo exercícios: diga que está linda diante do espelho, acredite em você e no seu potencial, afirme que você pode, que você consegue, cuide de si mesma, do seu corpo, da sua saúde…aos poucos esse “mantra” todo vai virando nossa realidade, a palavra tem mesmo poder, seus pensamentos tem poder. Isso tudo vale primeiro pra mim, então, #TamuJuntoMana!

P.S: vou deixar o vídeo da #JuFa para vocês verem, é esse aqui:

 

Se cuida!

Renata Lima.

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